Sou separado e tenho uma filha do primeiro casamento que ficou morando comigo, e depois casei-me pela segunda vez, com uma mulher evangélica, que conheci quando fui convidado para uma campanha, foi onde conheci a Raquel, que era viúva e veio a se tornar minha mulher que frequentava uma dessas igrejas cheias de exigência onde as mulheres sempre usam saias compridas, não pode cortar cabelo nem usar maquiagem coisa e tal, claro que por ser assim do tipo certinha que fiquei atraído por essa mulher a ponto de casar com ela, embora as vezes eu frequentasse as reuniões com ela nunca tive vontade se seguir religião nenhuma, principalmente a dela porque eu achava que não era pra mim, mas nunca impedi que minha mulher frequentasse onde desejasse, e a falência do meu primeiro casamento foi devido a minha primeira mulher ter tido problemas com bebidas e drogas e com isso a nossa filha Carol ainda criança ficou sob minha custódia, e foi a minha atual mulher que praticamente terminou de cria-la,e claro que ela sempre levava a Miriam para a igreja, eu achava bom isso mesmo porque era melhor que minha filha frequentasse uma igreja do que festinhas e minha filha foi educada segundo os preceitos dos ensinamentos deles etc e tal…
E nessa tal igreja os pais eram tão rigorosos com os filhos principalmente as filhas que podiam namorar depois de certa idade e só namoravam com rapazes da própria igreja e com a aprovação dos pais, namorar um rapaz de fora nem pensar, mas no meu caso eu sempre fui bem resolvido e nunca impedi minha filha de nada, na verdade a minha mulher era ainda mais rigorosa com minha filha do que eu próprio.
Claro que todos os pais sempre tem mais cuidado com as filhas do que com filhos, mas no meu caso quando minha filha com 14 anos arranjou o primeiro namorico com um coleguinha da escola e não da igreja minha esposa ficou brava e quando minha esposa falou desse episódio claro que como pai fiquei meio numa saia justa, mas em vez de colocar qualquer empecilho, eu conversei com ela e disse a minha esposa não adianta a gente tentar impedir porque se eles quiserem irão namorar escondido etc e tal, é melhor que a gente saber e acompanhar do que ela fazer escondido, e no fim esse namorico não durou muito era coisa de adolescente mesmo.
Como todo adolescente tem um amigo do tipo inseparável a Miriam, minha filha também tinha uma chamada, Rebeca que eram da mesma igreja e que frequentava nossa casa assiduamente como se fosse da própria família, tanto que eu e minha esposa a tínhamos como uma filha, e eramos amigos dos pais dela.
Devido a um bom relacionamentopai/filha entre eu e minha filha então era comum que as duas viessem pedir conselhos e minha opinião para algumas perguntas até embaraçosas que ela não tinham coragem de perguntar aos seus pais justamente pelo fato deles serem bem fechados e rigorosos, essas perguntas eram quase sempre a coisas de adolescentes tipo namorar, ficar, beijar… e eu procurava aconselhar não de um ponto de vista religioso, mas de um ponto de vista social, tal como beijar ou ficar era muito normal na adolescência, mas sexo esse elas deveriam esperar o casamento, porque poderia ser que se arrependessem se se entregassem a pessoa errada, todavia se não conseguissem esperar o casamento então a camisinha seria indispensável tanto pra prevenir doenças como uma gravidez indesejável, isso sim seria muito mais difícil esconder dos pais.
E em um certo dia minha filha me disse que estava namorando, eu claro falei pra ela que eu nao me importava desde que o rapaz fosse boa pessoa de boa família e aquela coisa de pai, e pedi a ela que me apresentasse o rapaz, mas eu não comentei nada com minha esposa, até que um dia a Carol apareceu em casa com um namorado e minha esposa quase teve um ataque mas eu lhe falei que ja sabia então minha esposa se acalmou, e permiti, que eles namorassem em casa.
Certo dia eu minha filha Carol e a Sarinha amiga dela estávamos conversando sobre namoros casamentos etc, então a Sarinha veio e me abraçou demoradamente e disse que tinha inveja da Carol e disse ainda que gostaria que o pai dela fosse mente aberta como eu, porque apesar delaestar quase completando os 18 anos os pais dela não permitiam que ela namorasse, e completou que tinha até um da igreja mas o pai dela achava que ela era muito nova ainda, disse ainda que eles nem mesmo, se permitiam a que ela conversasse com qualquer estranho.religião deles.
E tudo aconteceu num janeiro, época de férias escolares minha esposa e filha e o garoto costumavam sempre tirar uns 15 dias pelo menos e foram passar no sitio dos pais dela que não era longe da capital, enquanto eu fiquei trabalhando, e eu ia aos fins de semana, quando numa tarde minha filha me ligou dizendo que a Sarinha ligou pra ela pedindo ajuda, ela achava que a Sarinha poderia estar em apuros e perguntou se eu poderia ajuda-la, ainda perguntei porque eu e não os pais dela, foi quando a Carol me contou que a Sarinha tinha mentido aos pais dizendo que tinha ido dormir na nossa casa, claro por ser amiga da Carol ela ja tinha feito isso algumas vezes, mas na verdade a Sarinha tinha ido se encontrar com um garoto, e parece que não deu certo por isso tinha ligado pra ela, e por ser noite a Carol me pediu que eu fosse busca-la e me deu o endereço, mas não soube me dar mais detalhes do que tinha acontecido.
Preocupado como pai me vesti e sai apressadamente para busca-la quando cheguei ao local vi que ela estava sentada na calçada e choramingando, quando me aproximei pelo cheiro forte percebi que ela tinha ingerido álcool, ajudei ela a levantar-se apoiei em meu peito e fomos para o carro, no caminho, ainda choramingando me contou que o garoto foi gentil e carinhoso com ela até que convenceu ela a ir na casa dele e ela foi achando que os pais dele estariam lá, mas quando chegou lá estava só ele um amigo e outro casal, que logo ligaram o som e começaram a beber numa festinha particular, ela pra se enturmar bebeu um pouco também, e depois colocaram um filme porno enquanto a bebida rolava solta, ela disse que bebeu pouco mas devido a ela não estar acostumada foi o suficiente pra ficar e se permitir que o namorado lhe beijasse e lhe tocasse, e nesse clima de beijos o namorado quis tirar sua roupa e leva-la para o quarto para….. ela deu um suspiro e falou o Sr. sabe para o que né. e continuou. como ela tinha se recusado todos eles começaram a tirar sarro dela por ainda ser virgem e tentaram leva-la a força, foi então que ela apavorada se debateu conseguindo se livrar deles e fugiu correndo por vários quarteirões até que se cansou e pensou em pedir ajuda a alguem, devido ao estado dela não podia ligar para casa e por isso ligou para a Carol imaginando que ela estaria em casa e pra ajuda-la
Eu ouvi tudo em silencio deixei ela desabafar depois enxuguei suas lagrimas nesse tempo ja estávamos chegando em casa, separei uma camiseta branca e um pijama short doll da Carol, dei pra ela e sugeri que fosse tomar um banho pra tirar aquele cheiro de alcool do corpo enquanto ela tomava o banho liguei pra Carol pra contar o que tinha ocorrido, nesse meio tempo a Sarinha saiu do banheiro ja de pijama e deitou-se na cama da minha filha, ela já estava refeita do susto, fui preparar um lanche, e levei pra ela no quarto onde a Sarinha, foi quando percebi que a Sarinha ja era uma mulher linda e gostosa, tentei tirar aqueles pensamentos da minha cabeça, afinal eu era bem mais velho que ela e se isso não bastasse ela era amiga da Carol e da família.
Depois dela ter tomado o lanche que preparei perguntei se ela queria que eu a levasse pra casa, mas ela se recusou dizendo que havia dito para os pais que iria dormir em casa e que se ela voltasse pra casa não teria como explicar, e nesse clima ficamos ali conversando um tempão, eu tentando ouvir e dar conselhos a medida do possível, e por coincidência o pai dela ligou perto das 23 horas perguntando dela, eu percebi um certo medo estampado no rosto da garota, então eu conversei com o pai dela dizendo que ela estava em casa sim, que ele não se preocupasse, perguntei se ele queria falar com ela, ele disse que não precisava que tinha ligado só pra confirmar e desligou.
Já era vem tarde então disse-lhe que eu iria meu quarto mas que ela ficasse tranquila porque o pior ja tinha passado, fui para o meu quarto e como sempre faço antes de dormir devido ao calor coloquei apenas um fino calção de dormir e fiquei sem camisa, coloquei um filme na netflix, configurei a TV para desligar automaticamente depois de um tempo e quando estava quase adormecendo eis que ela bate a porta, dizendo que não estava conseguindo dormir e se eu não me importava da gente conversar um pouco mais, a visão daquela menina só de camiseta e shorts doll era deslumbrante, mexe com qualquer homem porque ao ve-la só de camiseta de malha fina sem sutiã com os bicos dos seus peitinhos quase saltando pra fora parecendo querer furar aquela malha, o shorts doll ficou justinho em seu corpo acentuando suas coxas grossas eu roliças jamais havia visto a Sarinha em roupas tão insinuantes alias eu nunca havia reparado como ela como mulher, pra mim sempre foi uma adolescente amiga da filha, mas ela era muito atraente, ainda mais com aqueles longos cabelos sedosos brilhantes emoldurando um rosto angelical e Juvenil, que davam o toque final.Assentei-me em minha cama de forma que estava com as pernas esticadas em cima do colchão e as costa apoiada na cabeceira da cama, baixei o som da TV pra conversarmos, ela veio e se ajeitou assentando ao meu lado e olhando pra mim começamos a conversar quando ela novamente começou a desabafar dizendo que ela já estava cansado de garotos imaturos, da escola e da igreja, se faziam de bonzinhos mas no fim só pensavam em aproveitar das meninas referindo ao garoto que tentou pega-la a força, e foi naturalmente se aninhando-se em meu tórax como se fosse filha procurando aconchego, e instintivamente eu a abracei e iniciei leve cafuné em seus cabelos tentando conforta-la e lhe disse que ela era nova e bonita e ela ia encontrar alguém bom e decente, mas que ela não tivesse pressa porque a pressa faz a gente fazer escolhas erradas, ela então olhou pra mim e falou o Senhor me acha bonita mesmo? Respondi claro que sim, dai ela me falou tomara que eu ache alguém que nem o Senhor, um homem maduro experiente, na hora eu estranhei aquela fala mas fiquei na minha.
Devido aquela conversa toda o fato de estarmos a sós e a posição que estávamos juntos na mesma cama, e mesmo sendo uma conversa quase de pai pra filha foi impossível eu não ficar excitado, e meu pau que estava duro e com um volume evidente de ereção, ela percebeu isso, é claro que fiquei todo sem jeito por mais que eu tentasse disfarçar, eu continuava com o braço

em torno de seus ombros, torcendo pra que ela fosse embora logo, foi quando ela de uma forma provocante se virou e se ajeitou em meu colo de uma forma que seu braço ficou sobre meu pau e virando-se de frente para mim, colocou ou outro braço em meu ombro envolvendo-me num abraço de forma que ficamos frente a frente e ela se posicionou muito próximo aos meus lábios claramente para que eu a beijasse, embora excitado tive muito medo de ir em frente, mas foi ela mesmo que se aproximou até que nossos lábios se tocassem, e eu dei uma bitoca delicadamente mas em seguida me veio uma sensação de culpa e me afastei, foi quando ela me disse o senhor não me quer? Porque?
Tentei argumentar que apesar de eu deseja-la não poderia acontecer nada entre nós, afinal eu era casado ela era amiga da minha filha, que eu seria um canalha se me aproveitasse daquele momento expliquei ela estava fragilizada e carente devido ao acontecido naquela noite etc e tal…, mas ela mesmo falou, sabe me cansei desses moleques, continuei argumentado que era casado etc.. mas ela estava ali em meus braços eu de pau duro, fiquei em silencio então ela mesmo procurou meus lábios novamente, pensei comigo ja que estamos aqui vou só dar uns beijos messa boquinha macia e não vai acontecer mais nada tal era meu medo, mas a carne é fraca, o que começou num leve beijo foi se transformando numa erupção de linguas, e a garota

que eu imaginava inexperiente estava dona da situação, a partir desse momento o tesão falou mais alto, deixei o pudor de lado e minhas mãos já desciam por suas costas por dentro da camiseta tocando sua pele, da posição sentado a gente já estava deitado, eu na horizontal e ela veio colocando uma de suas pernas sobre a minha, nossos quadris estavam colados, meu pau que estava em riste, e com sua buceta pressionada contra meu quadril, e o volume se agigantava dentro do meu calção forçava a pélvis dela, eu beijava-a com furor, acariciando suas costas e sua bunda até que tirei sua blusinha tirando-a pelos braços acima da cabeça, deixando a mostra seus dois seios lindos que mais pareciam duas maças, virei a na cama, e beijei-a todinha, desde seu pescocinho, ombros, seios e cai de boca enquanto eu mamava ps seios sentia ela se contorcendo e gemendo de tesão segurando forte minha cabeça com as duas mãos
Eu estava febril, segurei seu quadril e tirei o pijama dela logo a seguir veio a calcinha até metade das coxas descobrindo uma bucetinha linda, coberta apenas com uma leve penugem, quando comecei a retirar sua calcinha ela mesma levantou um pouco o quadril, facilitando a sua retirada

estranhamente depois de tudo aquilo ela finalmente se deu cona de que estava nua e instintivamente tentou cruzar as pernas e cobrir seu corpo e seios com as mãos, eu também não estava confortavel com aquela situação apesar do tesão e disse Sarinha acho melhor a gente parar com isso senão não vai ter volta, ela não disse nada, apesar da minha relutância não resisti a tentação daquela ninfeta e subi por cima dela e voltei as caricias, beijando sua boca com paixão e tesão, gentilmente tirei a mão dela de sobre o seu sexo e coloquei-as em minhas costas, orientando-a para me acarinhar me livrei do calção e posicionado em cima dela agora era eu que pressionava minha pélvis entre suas pernas e com uma mão beliscava apertava sua nádega. Ela se contorcia e se entregava a meus carinhos entre suspiros e gemidos.
Sem pressa eu a beijei cada parte de seu corpo até chegar em seu ventre, suas coxas, e lambia sua virilha e a pele interna até colocar meus lábios em sua xaninha e ela se contorcia, enfiei a língua em seu buraquinho vaginal e forcei como se fosse uma pica, continuei chupando e lambendo até ela se contorcer toda em em um orgasmo. que quando chegou ela puxou meus cabelos e minha cabeça contra seu sexo fiz uma leve pausa para ela recuperar o folego, ela ficou estirada na cama enquanto eu discretamente, alcancei as camisinhas que guardava no criado mudo mas não coloquei baixei meu calção e me ajoelhei em cima da cama ao lado dela quando ela abriu os olhos e me viu de pau duro ela arregalou os olhos olhando fixamente para meu membro duro em riste, puxei carinhosamente para próximo de mim e fui a conduzindo-a até ela ficar cara a cara com meu pau, sem que ela disse palavra alguma delicadamente fiz ela abocanhar meu membro.o que ela meio que sem jeito o fez mas era inexperiente por isso orientei-a como chupar, ela foi seguindo meus conselhos tal era minha excitação que eu estava quase gozando então afastei a e comecei a colocar a camisinha e deitei-a falei pra ela, Sarinha você sabe o que vai acontecer agora, ela respondeu que sim, perguntei se ela estava decidida mesmo ela respondeu que estava, então me posicionei entre suas pernas,e por cima dela fui beijando seu rosto e sua boca com paixão.
Coloquei meu pau entre suas coxas e fui masturbando seu clitóris com a cabeça do meu pau, provocando-a, com movimentos do meu pau nas coxas dela cujas pernas ainda estavam fechadas, meu tesão era tanto que já não raciocinava direito e nem me dava a conta da loucura que eu estava fazendo, joguei tudo pro ar e resolvi comer aquela bucetinha linda e gostosa e ao tentar penetra-la e encontrar resistência do seu himem, foi quando percebi que ela era virgem e recuei só então cai em minha razão novamente e razão me fez recuar, porque ela era crente, só tinha 17 anos e amiga intima da familia, era muita responsabilidade, alem do que eu não gostaria de que um homem bem mais velho que nem eu fizesse o mesmo com minha filha eu estava numa crise de consciência, eu ia me contentar em gozar batendo uma punheta ja que eu estava excitado demais, mas ao tentar sair de cima dela ela puxou-me contra si e me falou vem eu quero é que o senhor me faça mulher, perguntei – porque?- Porque estou cansada de ser motivo de gozação das amigas- Tem certeza de que está preparada pra ser deflorada? Voce quer mesmo se tornar mulher. comigo?- Ela sussurrou sim eu quero,- Tem certeza não vai se arrepender depois- Não eu já tomei a decisão, se não for com o senhor vai ser… com outro disse bem baixinho
entendi na hora que outra chance de tirar um cabacinho que nem aquela nunca mais ia aparecer , fiz ela prometer que jamais contaria a minha filha nem a ninguém, e ja que aquele cabacinho, estava ali a minha disposição, eu coloquei meu cacete na gruta dela bem na entrada, era

apertadinho e enquanto beijava sua boca, fui enfiando dentro dela até enfrentar a resistência de seu cabacinho, tive certa dificuldade devido minha idade afinal eu ja não era mais tão jovem, até que firmemente forcei mais forte numa estocada firme meu pau dobrou um pouco mas finalmente senti vencer aquela barreira, eu acabava de ter tirado o cabacinho da colega da minha filha, era fim da sua virgindade enquanto ela reclamava um pouco da dor dei um tempo para ela acostumar antes de começar a bombar novamente, e então retomei em um vai e vem lento pontuado até ela acomodar toda minha vara dentro dela e quando ela finalmente parou de gemer de dor, os gemidos foram se tornando gemidos de prazer, e fui aumentando a velocidade e a intensidade de minhas estocadas, finalmente gozei.
Na manhã seguinte acordei mais cedo que ela, preparei o café levei na cama onde ela tomou, não resisti e falei Sarinha voce percebeu a loucura que fizemos?? Ela respondeu que sim, mas que ela não estava arrependida, principalmente porque na escola dela todas as meninas zoavam dela por ainda ser virgem, quanto ela terminou de tomar o café sentei a beira da cama e tomei-a em meus braços novamente e falei Sarinha vc quer fazer amor novamente comigo, ao receber o sim dela eu completei, só que tem uma coisa, voce vai ter que manter isso em segredo e vai ser nossa ultima vez, porque não podemos seus pais e voce são crentes, somos conhecidos e amigos, ela não disse nada só puxou minha cabeça e me beijou, ela que estava peladinha não foi dificil de eu me posicionar novamente dar outra bela de uma metida bem gostosa, ainda nessa manhã ela reclamou um pouco da ardência devido a ter perdido a virgindade na noite anterior.
Depois que a gente transou eu tive uma conversa séria com ela que era muito inexperiente, achei que ela ja que não era mais virgem acabaria aceitando o assédio de rapazes namoradinhos, então orientei que ela jamais transasse sem camisinha em hipotese nenhuma etc e tal, como se fosse seu pai…
Apesar de termos combinados que não rolaria nunca mais, bastou ter a primeira chance sozinhos que novamente acabamos indo pra cama de novo.