O amazonense Nunis Azevedo Nascimento, de 33 anos e natural de Novo Aripuanã, no interior do estado, foi um dos 26 mortos em uma ação policial realizada no sábado (30), em Varginha, Minas Gerais.
De acordo com levantamentos policiais, ele integrava uma quadrilha que se preparava para atacar um centro de distribuição de valores do Banco do Brasil na cidade. A Polícia Militar (PM) disse que os suspeitos haviam alugado um sítio na cidade para ficarem perto do batalhão da corporação e assim realizarem a ação.
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Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os confrontos com os homens ocorreram em duas abordagens diferentes. Na primeira, os suspeitos atacaram as equipes da PRF e da PM, sendo que 18 deles morreram no local. Em uma segunda chácara, conforme a PRF, foi encontrada outra parte da quadrilha e, neste local, após intensa troca de tiros, ocorreram as demais mortes.
De acordo com a polícia, eles têm relação com crimes cometidos contra instituições financeiras em Uberaba (MG), Araçatuba (SP) e Criciúma (SC).
Ainda não se sabe em quais das duas operações Nunis foi morto.
No entanto, segundo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), na ficha criminal de Nunis só havia um processo no Juizado Especial Cível da Comarca de Humaitá.
Na ocasião, o homem havia sido denunciado por um acidente de trânsito, em 2015, mas o processo não seguiu adiante por conta da ausência da autora da ação em uma audiência, sendo, posteriormente, arquivado.