Empresários e comerciantes afirmam enfrentar dificuldades com ações do órgão e cobram mais transparência, equilíbrio e respeito ao setor produtivo.
Após ter o mandato de vereador cassado pela Justiça Eleitoral, Antônio Peixoto assumiu a presidência do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) e voltou a ser alvo de críticas. Desta vez, os questionamentos partem de empresários, empreendedores e pequenos comerciantes, que afirmam enfrentar dificuldades em razão da atuação do órgão.
As principais reclamações envolvem fiscalizações consideradas rigorosas, excesso de exigências burocráticas e falta de transparência nos procedimentos administrativos. Segundo relatos de representantes do setor produtivo, a condução das ações do Implurb tem gerado insegurança entre comerciantes e investidores que dependem da regularização de seus empreendimentos.
Críticos da gestão afirmam que o órgão precisa atuar com maior previsibilidade, diálogo e clareza na aplicação das normas urbanísticas, evitando medidas que, segundo eles, acabam prejudicando quem gera emprego e movimenta a economia da capital.
A administração pública deve observar os princípios da legalidade, impessoalidade, publicidade, moralidade e eficiência, garantindo que os processos sejam conduzidos de forma transparente, técnica e com respeito ao interesse público.
