Achegada do verão tem atraído a atenção de consumidores em busca de novidades e promoções de peças de moda praia, seja nas lojas ou em boxes de feiras livres da capital. Para os lojistas esta é uma oportunidade de aumentar o faturamento, já que no ano passado as vendas ficaram paradas em razão da pandemia do novo coronavírus.
Na feira da Pedreira, em um boxe situado na esquina da travessa Mauriti com a avenida Pedro Miranda, a vendedora Luane Leal, 23 anos, diz que a expectativa de vendas para este ano gira em torno de 80% e que a procura dos clientes tem aumentado próximo ao fim da semana, geralmente a partir de quinta-feira. “Observo uma procura maior de clientes, sobretudo pelos biquínis marca de fita e hot pant. Dos maiôs, o que mais têm saído são os decotados”, afirma. A média de preços dos biquínis varia entre R$ 65 e R$ 95 reais, já com o reajuste de mercado. As peças são todas de fornecedores de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte.
Na feira do bairro do Jurunas, em uma loja na esquina da travessa Fernando Guilhon com a Honório José dos Santos, artigos moda praia têm sido o carro-chefe e a expectativa de vendas, segundo a proprietária Laurinet Sena, 45, é grande. “As peças moda praia nos dão uma motivação maior neste mês, somado ao andamento das vacinas. Já observamos que os veranistas estão mais animados, têm pesquisado preços e procurado mais por esses itens. Portanto, nossa meta é decolar as vendas em pelo menos 30% a mais do que no ano passado, quando tudo ficou parado”, avalia. Dentre os principais modelos procurados estão o fio dental, o tomara-que-caia, a transparência e o neon.
CENTRO
No centro comercial de Belém, as opções também são diversificadas, principalmente em relação aos preços. Pelas ruas, a oferta de biquínis varia de R$ 25 a R$ 45 reais. Na rua João Alfredo, a gerente de uma loja de confecções, Lívia Nascimento, 26, revelou que a expectativa de vendas é muito boa para este mês de julho, inclusive, nessa semana notou que houve um aumento. “Nem tivemos estoque no ano passado, pois sabíamos que devido a pandemia não teríamos procura. Para este ano temos modelos novos, de fornecedores daqui de Belém mesmo”, conta.