Ex-síndica é acusada de perseguir moradores e tentar destruir câmeras de segurança

Ex-síndica é acusada de promover conflitos, fazer falsas acusações e tentar destruir câmeras instaladas para combater onda de assaltos.

Moradores de um condomínio residencial denunciaram novas atitudes polêmicas atribuídas à Dona Maria das Graças, que se apresenta como síndica do local e, segundo relatos, vem promovendo conflitos recorrentes entre vizinhos, levantando acusações sem fundamentos e incentivando a discórdia entre moradores do mesmo bloco.

De acordo com os denunciantes, que pediram para não serem identificados por medo de represálias, Dona Maria das Graças estaria perseguindo moradores específicos, fazendo acusações relacionadas à vida pessoal de terceiros e criando um ambiente de instabilidade e tensão dentro do condomínio.

A situação se agravou após a circulação de um vídeo nas redes sociais, publicado no Instagram, no qual a mulher aparece tentando danificar uma das câmeras de monitoramento do condomínio utilizando uma vassoura. O sistema de segurança foi instalado há cerca de quatro anos, com o consentimento dos moradores, após uma sequência de assaltos e ocorrências criminosas no bloco, inclusive com apoio do então vereador Dione Carvalho.

Além disso, moradores afirmam que a mesma estaria promovendo um abaixo-assinado com o objetivo de retirar as câmeras de segurança, contrariando a decisão coletiva tomada anteriormente em assembleia, quando a instalação dos equipamentos foi aprovada justamente para garantir mais segurança à comunidade.

Vizinhos relatam ainda que Dona Maria das Graças apresenta comportamento considerado agressivo e instável, com episódios de gritos, ameaças verbais e intimidações. Um dos relatos aponta que, em ocasião anterior, ela teria ameaçado a equipe de comunicação de um programa de televisão que realizava cobertura no local.

Os moradores questionam quais seriam os reais objetivos da ex-síndica ao tentar desativar o sistema de monitoramento e promover conflitos internos, especialmente diante do histórico de violência e criminalidade que motivou a instalação das câmeras.

A comunidade pede que os órgãos competentes analisem o caso, a fim de preservar a segurança coletiva, a convivência pacífica entre os moradores e o respeito às decisões tomadas de forma democrática dentro do condomínio.

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